A Arte de Persuasão

A Arte de Persuasão

Seja conduzindo uma entrevista individual, motivando uma equipe ou fazendo um discurso, o seu sucesso como líder será definido pela sua habilidade em persuadir com clareza e paixão. De fato, pode-se dizer que liderança é sinônimo de uma comunicação eficaz. De acordo com Harvey Mackay, autor do livro Como Nadar entre os Tubarões sem ser comido vivo, “a habilidade nº 1 mais em falta no mundo dos negócios hoje é falar em público – a capacidade de apresentar-se”. Se você quiser se destacar da multidão e ter seguidores, você precisa polir suas habilidades de comunicação e persuasão.

Ao longo da história, a maioria dos nossos líderes são admirados e lembrados principalmente por sua capacidade de infundir coragem e inspirar confiança. Basta pensar quão diferente este mundo poderia ser sem a garantia de acalmar os “aliados” de Roosevelt ou a eloqüência desafiadora de Churchill em busca do fim da 2ª Guerra Mundial. Presidente Kennedy comentou certa vez que Winston Churchill tinha a capacidade de levar o idioma Inglês para a guerra. Churchill compreendeu claramente o poder das palavras e disse que ele tinha o idioma Inglês no fundo de seus ossos. Ele costumava passar horas em momentos de reescrita e ensaiando seus discursos e, como resultado, Churchill galvanizou uma nação com suas palavras.

Quando nos comunicamos efetivamente conseguimos
A receita e promoção de seus negócios estão diretamente ligados à sua capacidade de comunicar e convencer. Quanto melhor for o cliente que você atrair, mais será necessário falar. Se você quiser chamar a atenção e obter consenso, pinte um cenário com palavras. Em seu livro, Knockout Presentations , a especialista em comunicações Diane DiResta sugere o uso da linguagem viva, "Metáforas transportam o ouvinte para uma dimensão diferente. Elas agarram-se a mente e estimulam a imaginação. O cérebro pensa em imagens, não em palavras". Analogias, metáforas, histórias e anedotas trabalham todos juntos para ajudar você a criar palavras vívidas para manter seus ouvintes emocionalmente envolvidos.

Estratégias de Comunicação
Os psicólogos nos dizem que nascemos em um dos quatro estilos de temperamento primário; agressiva/dominância, expressiva/influência, passiva/estabilidade ou analítica/conformidade (DISC). Cada um desses quatro estilos requer uma abordagem diferente em estratégias de comunicação. Por exemplo, as palavras que soariam bem a uma pessoa com o estilo agressivo/dominante podem alienar e realmente destruir o relacionamento com alguém de estilo passivo/estável e vice-versa. Se um líder quer influenciar os colegas e clientes, ele ou ela deve ser capaz de reconhecer rapidamente e com precisão cada um desses estilos distintos de comportamento e adaptar-se com a necessidade. Durante a sua próxima apresentação, faça um esforço para identificar com que estilo de temperamento está apresentando e veja como é possível usar muitas destas palavras emocionalmente carregadas.

O dominante/agressivo é um estilo que tem como objetivo final trabalhar orientado para os resultados ( D ). Eles perguntam "o que". Como profissionais têm como valores o medo (amedrontar) e a perda de controle(descontrolar-se). Ao apresentar-se para um comprador com este estilo, use estas palavras:

Controle, Flexibilidade, Trabalho, Objetivo final, Poder, Desafio, Velocidade, Otimização do Dinheiro, Resultados, Metas, Opções, Nas Mãos, Rapidamente, Liberdade, Imediatamente.

Os influentes/expressivos são falantes com emoção e são orientados para as pessoas ( I ). Eles perguntam "quem". Valorizam o reconhecimento como falantes e têm medo da perda de prestígio. Ao apresentar a este estilo de comprador use estas palavras:

Diversão, Divertido, Criativo, Amigável, Simples, Incrível, Exclusivo, Prestígio, Melhor, Novo, Lançamento, Espontâneo, Emocionante, Dinheiro, Agradável e Aventura.

O estável/passivo, tem estilo harmonioso, observador e orientado a serviços ( S ). Eles perguntam “como”. Dão valor a vigilância e observação, além de terem medo de conflitos. Ao apresentar-se a este estilo de comprador use estas palavras:

Apoio, Serviço, Família, Harmonia, Respeito, Confiável, Cooperação, Útil, Fácil, Sincero, Amor, Bondade, Interesse, Atencioso, Gentil, Relacionamento.

O conformado/analítico, tem estilo cauteloso como um pensador e é orientado para a qualidade ( C ). Eles perguntam “por que”. Pensadores dão valor à precisão e têm medo de serem vistos como incompetentes. Ao apresentar-se a este estilo de comprador use estas palavras:

Seguro, Ciência, Valor, Comprovada, Aprender, Garantido, Salvar, Barganha, Econômico, de Qualidade, Lógico, de Confiança, Exata, de Segurança, Perfeito, Preciso e Eficiente.

Palavras e frases com Poderes Mágicos
Ao longo do tempo, pesquisadores de marketing têm consistentemente encontrado certas "palavras mágicas" usadas em frases e combinações que foram tão convincentes que as apresentações de vendas seguem tão previsíveis como a primavera vem após o inverno. Aqui estão algumas frases que poderão criar interesse, gerar entusiasmo e motivar as pessoas a agir!

Sucesso garantido, Viva seus sonhos, Acesso rápido e fácil, Desbloqueie seu potencial, Não aceite substituto, Testado há tempos, Vá com um vencedor...

Embora possa ser verdade que alguns nascem com uma língua de ouro, a maioria das pessoas, como Churchill, tem que trabalhar no desenvolvimento de suas habilidades de comunicação. Uma boa maneira de melhorar o seu falar em público é a contratação de serviços de um especialista em comunicação e participar de treinamentos. Desenvolver a capacidade de falar com poder de influenciar com paixão leva tempo e esforço para dominar, mas pode lhe trazer muitos dividendos.

 


 
 

Trabalho Prazeroso

 

“O trabalho enobrece o homem” é apenas o mais conhecido aforismo dos muitos sobre a importância do trabalho no nosso bem-estar. Muitas vezes, além da remuneração e da independência financeira que ela proporciona, um emprego é também a oportunidade perfeita de ser reconhecido por seu talento, fazer novos amigos e estar inserido em um processo de aprendizado contínuo. Muitas vezes. Mas nem sempre.

 

Para muita gente, voltar para o trabalho depois do feriado do Carnaval não tem apenas aquele gostinho amargo de fim de festa: é motivo de dor, sofrimento e até doença. Problemas, cobranças, relações complicadas, a culpa por não gostar do emprego quando muita gente gostaria de estar lá e, ainda, a impossibilidade de abandonar o ganha-pão, somados, tornam-se uma arma contra a saúde emocional e física de todos que estão inseridos nestes ambientes de trabalho hostis e prejudiciais. E os conflitos não ficam restritos a estes locais. Eles ultrapassam a barreira da vida profissional e afetam o dia a dia das pessoas, chegando a prejudicar relacionamentos amorosos, com a família e amigos.
“Muitas pessoas adoecem pelo sofrimento a que são submetidas no emprego. Entretanto, é preciso saber que o trabalho pode ser fonte de prazer. Hoje em dia nossa identidade está muito relacionada com a nossa profissão. Muitas pessoas se sentem orgulhosas do que fazem pelo que representam na sociedade, e com razão. Ser produtivo é algo muito positivo que traz um ganho significante de autoestima” explica Duílio Antero de Camargo, psiquiatra e médico do trabalho do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da FMUSP e membro da Comissão Técnica de Saúde Mental e Trabalho da Associação Nacional de Medicina do Trabalho.

Vômitos e tontura
Alguns anos atrás, a advogada trabalhista Alaíde Boschilia, 48, passou por uma experiência traumática. “Eu vomitava todos os dias antes de ir para o escritório. Sentia muita tontura e passava mal o dia inteiro. Procurei diversos médicos porque achava que era algum problema de estômago, mas descobri que não tinha nada de errado. Eu enfrentava um ambiente de trabalho terrível, mas custei até descobrir que era aquilo estava me deixando doente”.

A psicóloga clínica autora do livro “Motivação – Os Desafios da Gestão de Recursos Humanos na Atualidade (Ed. Juruá) Thalita Lacerda Nobre diz que, em geral, é possível detectar que algo está errado com alguém no ambiente de trabalho. “Dá para perceber que a pessoa tem mudanças de humor e comportamento. Passa a ficar mais irritada, dá sinais de um cansaço excessivo e adoece constantemente”.

Ironicamente, o emprego era uma das indicações para que advogada se recuperasse de uma depressão. “A minha médica me disse que eu precisava me manter ocupada porque facilitaria muita a minha recuperação. Então, eu decidi volta a trabalhar”, diz. Ela estava afastada do mercado há sete anos, porque morava fora do país. “Ir para aquele escritório foi a única oportunidade que tive naquele momento. Eu encontrei no trabalho uma razão para viver. Mesmo com todas as humilhações que eu sofria lá, tinha mais medo de ficar ociosa e enfrentar a depressão novamente”, desabafa.
Alaíde conta que ela não era um problema isolado. “Era comum ver pessoas chorando pelos cantos. Tínhamos um chefe arrogante que não aceitava opiniões diversas das suas. Ele era agressivo com todos que trabalhavam lá. Eu me achava um lixo. Ele fazia questão de deixar claro que eu não sabia fazer nada sozinha, que dependia dele para tudo”, revela.
Sua vida mudou quando recebeu outra proposta de trabalho e resolveu pedir demissão. “Até mesmo quando fui comunicar meu desligamento fui maltratada. Expliquei que ficaria um mês para que outra pessoa pudesse ocupar a minha vaga, mas ele mandou que eu me retirasse imediatamente. Depois daquilo, tudo foi diferente. No meu novo emprego eu era valorizada. Hoje, sou uma pessoa realizada, forte e segura”.

Hematomas e enxaqueca
Mas porque alguém se sujeita a uma situação como esta? A resposta, muitas vezes, é simples: a pessoa precisa do salário. Uma paulistana que prefere não revelar seu nome conta que este é o seu caso. “Atualmente, eu trabalho em um local que detesto e que me deixa doente. Tive hematomas na pele, enxaquecas recorrentes e desenvolvi uma gastrite nervosa. Sempre soube que é o trabalho que me causa tudo isto. Não tenho como pedir para sair porque preciso do dinheiro. Não compartilho dos mesmos valores da empresa e dos meus colegas de trabalho. Os conflitos não são resolvidos e todo mundo acaba se estressando”.
Ao contrário dela, nem sempre a pessoa consegue detectar que sua insatisfação com o emprego está causando prejuízos em sua vida pessoal. “Muitas vezes um médico do trabalho consegue estudar o problema e encontrar o seu foco com mais eficiência do que quem está nesta situação. O distanciamento do conflito é importante para se conseguir um diagnóstico e um tratamento adequado”, ressalta Duílio, que vai relançar o livro “Psiquiatria Ocupacional” (Ed. Atheneu).
A paulistana conta que até pouco tempo atrás estava estagnada e completamente desanimada. Presa a uma empresa que não dá valor ao seu trabalho, começou a se sentir “descartável”. A frustração acumulada acabou interferindo no seu relacionamento amoroso. “Chegou um dia que meu marido me disse que não aguentava mais ouvir minhas lamentações e meu negativismo. Ele me fez enxergar que, se eu não tomasse uma atitude, iríamos ter problemas em nossa relação”, revela. Depois disso, resolveu mudar de emprego. Ainda está procurando algo em sua área, mas já visualiza uma solução.
“Eu aceito até mesmo um salário um pouco mais baixo. Eu preciso respirar um ar novo. Não posso continuar nesta situação de adoecer por causa do trabalho. Quero me sentir útil e contribuir com a função que desempenho”, diz.

A empresa tem prejuízo
Se muita gente sofre e põe sua saúde em risco pelo emprego, por outro lado, essa dor também não é um bom negócio para o empregador. “Um funcionário desmotivado e desinteressado é ruim em vários aspectos. Ele gera custos médicos importantes com faltas e licenças. A empresa que investe em qualidade de vida no ambiente de trabalho tem ganhos financeiros significativos”, explica Thalita.
Mesmo quem não falta, não dá lucro. “Ao contrário do ‘absenteísmo’, quando a pessoa não comparece ao trabalho, existe o ‘presenteísmo’ que é estar presente, mas com sintomas leves de alguma doença ou distúrbio. Os mais comuns são dores nas articulações, dor de cabeça, alergias, asma e problemas emocionais. Muitos estudos mostram que o ‘presenteísmo’ causa um grande prejuízo”, aponta o psiquiatra.

 

Por tudo isto é muito importante que os gestores das empresas estejam sempre de olho nas mudanças de comportamento de seus funcionários. “A figura do líder influencia muito na motivação diária. Às vezes é difícil, mas o chefe precisa encontrar tempo para ouvir mais o que sua equipe deseja para o futuro, bem como resolver os conflitos existentes”, destaca a psicóloga.
“Na nossa realidade, é difícil escolher um emprego. São raros os casos em que a pessoa pode esperar por algo que realmente a motive. Mesmo assim, ninguém pode desistir de ter um trabalho prazeroso. O ser humano precisa sempre melhorar. Enquanto não há uma solução definitiva, procure conviver diariamente com pessoas que se importem com seu bem-estar e assim amenizar um pouco o sofrimento”, completa Thalita.

Fonte: http://delas.ig.com.br/comportamento/quando+voltar+ao+trabalho+e+motivo+de+doenca/n1238145462986.html

Consumo de água por processo

Clque sobre a tabela e  veja o consumo de água nos vários processos de lavagem

 

 

Cresce demanda por lençóis finos

Cresce demanda por lençóis finos

Fonte:|valoronline.com.br|

Rolf Buddemeyer, diretor da Buddemeyer:

"Há mais consumidores comprando lá fora e houve aumento da importação" O consumidor brasileiro, que ganhou renda e está viajando mais, já está demandando roupa de cama mais sofisticada. E aquele fio de algodão que, de tão fino, poderia ser usado para fabricar uma camisa já começa a tomar um espaço maior na indústria nacional. A maior parte do mercado de lençóis e fronhas, em torno de 70%, ainda é formado por tecidos feitos com fios de algodão mais grossos - o fio de algodão de gramatura 30, por exemplo, é considerado um produto de padrão médio - e por aqueles que misturam o algodão com fibras sintéticas como o poliéster. Para essa mistura, em geral, usa-se o fio 24. Quanto mais fino o fio, maior é o número que o batiza. O fio 120, então, quando usado na fabricação de um jogo de cama, indica que a indústria está sofisticando o portfólio. E é isso que começa a ocorrer no país. Esse tipo de lençol, que leva por volta de 300 fios de algodão por polegada quadrada (incluindo trama e urdume), e titulagem acima de 80, se destina ainda a uma parcela pequena da população. Mas diante do poder de compra da nova classe média, com renda maior e mais acesso ao crédito, o segmento "premium" é promissor. Em abril, a Karsten vai colocar no mercado uma linha de lençóis com 300 fios de algodão egípcio. O artigo chega ao mercado com a marca Trussardi, adquirida pela empresa em 2010. "São lençóis com fios tintos, como os usados na camisaria", diz Alvin Rauh Neto, diretor presidente da Karsten. "Acreditamos que ainda há espaço para crescer dentro do segmento premium." A Karsten só trabalha com lençóis feitos de 100% algodão e precisou reajustar seus preços em cerca de 30%, por conta da alta recente nos preços da matéria-prima. A Artex, marca da Coteminas, investe na linha Eternity, lançada há seis meses. "São lençóis que levam entre 250 e 400 fios de algodão egípcio", diz Luciana Fonzar Andrade, gerente de marketing da Artex. "Mesmo sendo a ponta da pirâmide, esse segmento mais sofisticado tem taxas de crescimento crescentes." A Buddemeyer, de São Bento do Sul, em Santa Catarina, produz desde o ano passado em parceria com uma empresa de Pilar, no Paraguai, quatro coleções com tecidos de fios ultrafinos. Segundo Rolf Buddemeyer, diretor comercial, as coleções de fios de gramatura superior a 40 já representam uma fatia significativa do faturamento da empresa. No Brasil, diz ele, o fio de algodão mais fino produzido pelas empresas, em geral, é o de número 40. Fabricado com algodão, os lençóis desse padrão são vendidos a uma faixa de R$ 140 a R$ 160. A partir da gramatura 60, mais fino segundo o padrão de medida, os jogos de roupa de cama saltam para uma faixa de R$ 250. Acima disso, entre 80 e 120, é considerado um produto top, que custa acima de R$ 500. A sofisticação das roupas de cama foi apenas um dos assuntos que permearam a feira de cama, mesa e banho Texfair Home, que ocorreu entre os dias 22 e 25 de fevereiro, em Blumenau (SC). O alto preço do algodão também faz os fabricantes de roupa de cama a buscarem outros tipos de mescla, além da tradicional dupla algodão/poliéster. A Altenburg, de Blumenau, acaba de aumentar sua linha de lençóis de malha "Eco", lançada de forma experimental em 2010. O artigo é feito de 50% algodão e 50% fio reciclado de garrafas PET. A malha "Eco" entrou no mercado com apenas três padronagens, "para sentir a reação do público", segundo Rafael Locks, gerente de desenvolvimento de produto da Altenburg. Em fevereiro, o produto foi relançado em oito padronagens diferentes. "Somente em 2010, a produção da malha Eco tirou 1,5 milhão de garrafas PET do ambiente", diz Locks. O apelo, portanto, vem das características ecológicas do produto. Outro fator competitivo é que a malha "Eco" não é mais cara do que as malhas 100% algodão - como acontece, frequentemente, com os produtos com características de menor agressão ao ambiente. A Teka, também de Blumenau, usa a fibra de poliéster em seus lençóis há 15 anos, na proporção de 30% poliéster e 70% algodão. "Nosso carro chefe são os lençóis de 150 fios", diz Marcello Stewers, vice presidente da empresa. A Santista, marca que pertence à Coteminas, também está apostando na substituição do algodão. Entre os lançamentos da empresa está a Eco Line, que traz os artigos em percal 180 fios, sendo 60% algodão e 40% poliéster. "A principal vantagem do produto é a praticidade, pois ele não precisa ser passado a ferro", diz Alanir Correia, gerente de marketing da Santista. Além disso, diz Alanir, ele economia água, pois pede menos enxágues, por ser mais leve. Segundo dados elaborados pelo Departamento de Economia da ABIT, o Brasil fabricou, em 2009, cerca de 1,06 bilhão de peças de linha lar (artigos de cama, mesa e banho, além de tecidos para cortinas e forros de sofá). Destas, 43,2% foram produzidas na região Sul do País, seguida da região Sudeste, com 34,2% da produção nacional. No ano passado as roupas de cama, mesa e banho movimentaram US$ 184 milhões em exportações brasileiras e US$ 102 milhões em importações. Em termos de volume, foram exportadas cerca de 26 mil toneladas em produtos do segmento. Em compensação, entraram no País cerca de 21,5 mil toneladas em artigos. Os principais destinos das exportações brasileiras para a chamada linha lar foram Argentina, Estados Unidos, Uruguai, Itália e Paraguai. Na contramão, os principais países de origem das importações brasileiras foram China, Uruguai, Índia, Paquistão e Chile.